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sábado, 12 de novembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Te dou espaço.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Reticências...
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Não quero pensar nas reticências que todas às vezes me levaram a lugares que nem eu mesmo sei. Não quero pensar nas possibilidades que nos envolve todas as vezes que pensamos em desistir de toda uma história escrita a diamantes. Não queria que tu fosses embora nunca... Queria caminhar contigo ao meu lado em dias nublados, caminhar contigo no meio da noite... Queria escrever mil canções que envolvesse todas as sensações que me percorrem o corpo quando me deleito na tua presença. Queria acordar no meio de um temporal, coberto por teus braços, por que tu és tudo que eu peço.
Quero que fuja comigo e que me peça pra ficar em silêncio se por ventura meus lábios teimosos ousarem dizer alguma outra coisa que nossos olhos já os disseram. Quero seguir em frente com a certeza que te terei sempre ao meu lado, de tal maneira a nos sentirmos um só nessa aventura que a vida é.
Quero passar dias em claro olhando pro teu sorriso e admirando a tua capacidade de arruinar a minha tristeza só com o teu sorrir. Poderia dizer todos os verbos que me agilizam o peito quando me sinto amado por ti.
Mas não seriam suficientes. Por que nada é suficiente. Nada me sacia. A não ser você, todos os dias. [...]
Trovões.

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Que malditos os dias que se antecedem o meu nascimento! Não quero mais rever essa cena que me pegaram vivendo por ai, sentado num sofá e observando a vida passar. O mais improvável que seja, eu sempre me pego nessa mesma cena, buscando sempre em um canto ou outro um motivo maior ou menor que seja pra que eu continue nessa melancolia sem tamanho ou aperte o freio do motor velho, que não pára.
E eu não consigo parar. Depois da primeira lágrima, fica difícil dizer o 'porquê' da segunda. E vem a terceira, a quarta e o pranto se completa, por inteiro. Não dar pra abrir os olhos totalmente quando se está nessa condição. Existem saídas que nem sempre são aconselháveis para quem um dia entrou nessa dramaturgia sem saídas. Mas há razões que poderiam explicar o inexplicável dessas paixões sem medidas que nos tomam por inteiro nas tardes de domingo ou noites de segundas-feiras.
Paixões ? Amores ? Amor ?
Por que pra mim, na maioria das vezes, as coisas deveriam ser entendidas pela lógica, como na recíprocidade, por exemplo. Mas nem sempre o óbvio funciona assim: 'Sou um espelho e reflito aquilo que você refletir'. Nem sempre plantamos manga e colhemos manga, quase sempre plantamos frutos e colhemos raízes, por que será que é tão dificil domesticar um sentimento que aos olhos alheios deveria ser no mínimo terno ?
É dificil controlar sentimentos avassaladores, principalmente quando o sentimento vem de nós, pra nós e sob nós. Mais difícil ainda é encontrar nele a resposta do outro. Porquê se já negamos outrora o sentimento alheio por quê queremos que o alheio aceite o nosso ?
Existem situações, como essas, de estar sentado no sofá observando a vida passar, que não passam de situações corriqueiras de quem não quer nada. Contudo, há situações da mesma granditude que escondem por trás uma história que nem sendo contada pelo mais minucioso cineasta conseguiriam ser mostradas de forma exata.
Nem lágrimas, nem dores, nem paixões, tampouco amores seriam palavras de um mesmo poema. Já diria uma grande poetiza por ai: 'A morte do amor é ainda mais triste que a própria morte.'
E que não morra. [...]
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Carta...

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Isso. Foi uma carta.
[...]
Alguém,
Não contive minha vontade de escrever, e como faz tempo que eu não escrevo, tive que vir aqui e dissertar a respeito de algo que sutilmente me aconteceu durante há alguns dias.
Descobri sem mais nem menos que tenho um vicio muito perigoso. Até hoje eu não sei definir qual o conceito de ‘perigoso’ nesse contexto. Ao mesmo tempo em que o ‘perigo’ me parece algo tão instigante e convidativo. Mas me deixe falar um pouco mais sobre tal conclusão.
Pus-me a pensar um bocado a respeito do que se passou. E me revi em diferentes momentos da vida, principalmente dos momentos um pouco mais recentes e percebi que diversas vezes fui teimoso em relação as minhas atitudes. Não posso negar que errei muitas vezes por tomar caminhos que eram impulsionados pela emoção instantânea. E que nessas situações causei um problema que poderia ser resolvido pelo próprio tempo que se passa despercebido.
Confesso que também deixei de prestar atenção nas minhas atitudes e me fiz enxergar o tempo não mais como um aliado, mas sim como um inimigo que me destruía sem que eu percebesse. Fui orgulhoso em não deixar que ele tomasse as rédeas do meu destino, e fui assim tomando minhas decisões sem sequer pensar nas conseqüências que elas poderiam causar. Não acho que fui irresponsável ou imaturo. Talvez eu estivesse cético demais ou simplesmente cego a toda realidade que me cercava.
Acredito que não devo pedir perdão ao tempo, nem tampouco a mim mesmo. Preciso dar ao tempo um tempo para que as coisas se adéqüem como devem ser adequadas. E quanto a mim mesmo, preciso me perdoar por ter tido essas ações.
Bom, aonde eu quero chegar?
Não vou dizer que tenho medo, nem vou dizer que eu estou insatisfeito. Já chega dessas palavras-chaves que sempre nos remetem aos mesmos lugares e as mesmas situações. Na realidade o que eu preciso mesmo é deixar de lado as minhas armaduras que mesmo em volta de tanto teatro melodramático, sempre estiveram presentes dentro do meu ser, me impedindo de ver a vida da forma mais bela e feliz que deve ser vista.
A real é que o sentimento que percorre o meu corpo nesses últimos dias e nesse exato momento, é um sentimento de mais puro desabafo. Como se todas as minhas vontades e anseios soltassem pelos meus dedos em forma de palavras aos borbotões. Sinto falta desse ‘eu’ que fora sufocado pelas ocasiões de mais pura tristeza e decepções de ambas as partes. O que eu quero dizer é que sinto falta quando me sentava diante do papel e deixava que meu sentimento fosse debulhado aqui da forma mais sublime, pura e você pode contestar isso relendo todas as minhas cartas e palavras que foram direcionadas a você em diferentes estações dentro da nossa história.
Quero te dizer que a chama que percorria aquele garoto que você conheceu a pouco mais de um ano ainda continua acesa, e tão clara como nunca. Que ainda me encanto com o seu sorriso e com o seu olhar. Que você continua sendo a pessoa mais linda dentre todas as outras que existem e percorrem pela minha vida. Você continua sendo único e suficiente dentro da minha existência.
Quero te dizer que ainda sou grato a Deus pela sua existência e pela oportunidade que Ele me deu de ter deixado você fazer parte da minha história aqui nessa vida. E que eu amo a sua voz, o teu cheiro, teu calor, tua companhia e todas as coisas que provém de você.
Queria tanto que você pudesse sentir pelo menos um terço de tudo o que eu sinto pra que você pudesse entender quando eu digo que existem situações tão pequenas, tão insignificantes que não chegam nem aos pés de todo o inteiro que existe dentro de mim. Confesso a você que sou humano, e na realidade dura de todos nós, humanos que somos, erramos de todas as formas, a todo o momento mesmo que busquemos a todo instante a perfeição.
Não tenho a mesma prática de antes nas minhas palavras, nem tampouco nas cartas que escrevo. Mas devo admitir que toda vez que me sento aqui e penso em escrever algo direcionado a você, me vêm na cabeça tantas palavras e tantos sentimentos que fica difícil colocar tudo aquilo que eu quero dizer. E ai me limito no ‘eu te amo’, esse que você está exausta de ouvir ou ler, às vezes, mas é por que eu acredito que o amor é o sentimento mais sublime, mais nobre que existe, e o que eu sinto, não é que se resuma nele, porém é o mais próximo que eu posso dizer quando quero ser objetivo e direto à você.
Perdoe-me os meus erros e até mesmo os meus acertos. Às vezes a prática de ‘pedir perdão’ às pessoas (principalmente àquelas que a gente ama) é de suma importância no nosso crescimento espiritual. Eu sei que enche o saco toda vez que pedimos perdão e cometemos os mesmos erros. Mas praticar o ‘pedir perdão’ às vezes é a única saída para uma alma inquieta e cheia de culpa.
Acredite, você é a pessoa que eu amo. Você é a pessoa que eu quero. Sem sombra de dúvidas.
Você é meu vicio. Um vicio mal administrado, mas meu vicio. Preciso de mais de uma dose de você todos os dias. E se você se apegasse nessa realidade, veria que as coisas fluiriam da forma mais simples que poderia de fato fluir...
Fillipe Sampaio.
[...]
Sou...

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quinta-feira, 12 de maio de 2011
Madrugar.

terça-feira, 10 de maio de 2011
...

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sábado, 7 de maio de 2011
Luz e Melodia.
Olha só, eu aqui de novo. E sempre quando eu venho aqui, tenho algo pra contar, desabafar enfim ...
Na verdade nem sei o que que eu quero desabafar. rs Mas as vezes me vem a vontade gigantesca de escrever, e não há nada parecido do que escrever, é necessidade da alma. Escrever e´como tirar de dentro algo abstrato e transformá-lo em concreto.
Meu espaço é esse aqui. Aqui é onde eu desabrocho os momentos mais inusitados da minha vida.
[...]
Ta escuro... Muito escuro... Preciso de luz, de sonda... Foi há um mês atrás que as coisas começaram a ficar dificeis, e oscilando o tempo inteiro em cima e embaixo. Sentir dor sem ter cortado o dedo. Pulsar o sangue na ponta dos dedos e a dor vai pra co
luna. Devagar e rápido, e no meio dos dois a nostalgia, o nada, o silêncio. Quem diria que dói mais antes do que depois ? E depois ? Os retratos, as músicas, a música. Que realidade lúdica, e as coisas acontecem como nos filmes, os questionamentos de porquê que as coisas só acontecem comigo. O questionamento que me deixa nessa palma da mão amarrada com um lenço sujo de sangue. Coagulou. Quanto vai doer ? Quando cicatriza ? A cicatriz. Desenhando em mim acordes de uma história que não existe mais, mas existe. A cicatrização de tablaturas tatuadas no meu rosto, no meu peito, no meio das minhas pernas. Sou serenamente sereno. E ainda a fosco, dificil de enxergar. As coisas pararam de oscilar. Inércia. O tempo pára e a gente não percebe, mas ai pinga uma lágrima nos lábios e o relógio recomeça, anti horário. É isso... A luz, o relógio, o sangue, o retrato, as músicas, os acordes, as cicatrizes, as lágrimas, as coisas... E a luz virou melodia... E no meio da melodia, eu consigo enxergar a melancolia estampada nos meus olhos...E você sabe, eu posso usar
E você sabe, eu não quero chorar
E choro sem segurar
Me diz, pra quê diabos amar ?
Eu quis ousar
Ousar você
você, escolher
E agora, melodiar.
[...]
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Contar comigo.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Alimentei os meus sentimentos tão regados de lágrimas, tão cheios de partes suas.
Mas não sei porquê, sinto que alguma coisa vêm morrendo aos poucos dentro de nós.
Sinto que o pra sempre, nem sempre é pra sempre.
É uma pena. Uma pena. Pena...
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
SÓBRIO.
"Sóbrio". Foi a palavra que eu nunca mais ouvi dizer nem tampouco vivida.terça-feira, 18 de janeiro de 2011
DEIXE.
