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Olá caros leitores!
Novamente eu me ausentei por alguns dias desse blog que, queira ou não necessita ficar de pé. rs
Na realidade por motivos maiores, eu estava meio que sem inspiração para escrever algo.
Final de semana passado, estive em Salvador - Ba, não foi lá a VIAGEM pela qual eu esperava, mas enfim.
Eu vi o mar; Pude beber um pouco e até arrisquei em praticar meu lado 'Dom Ruan' escondido por um tempo.
Por pouco não fui assaltado e morto. Fiz uma péssima prova no TRT, mas então, no mais, hoje, pela Graça de Deus, eu estou vivo e saudável; pronto pra mais uma!
Espero que eu venha a desfrutar aqui mais alguns pensamentos, ou ideias, ou até mesmo sentimentos dos meus próprios sentimentos.
Saibam vocês que em cada texto, música ou imagem aqui colocado ou citado descreve uma parte de mim, uma parte de um quebra-cabeça que eu venho tentando juntar e decifrar a muito tempo.
E espero também que vocês se encontrem em meus textos, fazendo assim um jogo de espelhos, afinal de contas, na essência, todos nós somos iguais! :)
Um grande beijo e um forte abraço. ;*
Visualizações.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
um outro clichê cor-de-sangue;

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Esse alguém lembra;
"Estava frio. Eu o avistei a alguns metros. Estava de costas, observando um num sei o quê diante do horizonte. Seus olhos estavam vidrados, virados e sem nem um pingo de razão. Não dava pra saber a cor do seu sangue, nem tão pouco o sabor da sua pele. Salgada? Doce? Era só experimentar.
Cheguei de leve, passos curtos, mas expressivos, como um caçador diante de uma presa. Era o desejo que me movia, a fome, o silêncio, a noite, a lua.
Eu sei; ele me sentia. E eu conseguia ouvir o pulsar do seu peito, firme, viril. Toquei de leve a sua nuca, ele tremeu. Ouvi um susurro, um grito da sua alma pedindo pra ser saciado, consumido. Aquilo me excitava. E ainda continuava com seu olhar fixo, no horizonte de colinas, em um transe de sonhos, de pesadelos, que só ele sabia. Mas eu também sabia. Eu fazia parte dele. Eu iria fazer.
Comcei a ouvir a sua respiração ofengante e a sua boca entre-aberta; não s
ei se ele sorria ou chorava. Só sei que era uma mistura de todas aquelas sensações, desde aquelas que ele mais temia, até aquelas que o fazia chegar ao orgasmo.
Dentro de mim algo crescia, fora dele também. Passei de leve a língua em seu rosto, foi quando ele fechou os olhos, quase como quem estivesse dormindo.
ei se ele sorria ou chorava. Só sei que era uma mistura de todas aquelas sensações, desde aquelas que ele mais temia, até aquelas que o fazia chegar ao orgasmo.Dentro de mim algo crescia, fora dele também. Passei de leve a língua em seu rosto, foi quando ele fechou os olhos, quase como quem estivesse dormindo.
Eu queria senti-lo e ele queria entrar dentro de mim. Minha fome aumentava e eu acabara de sentir o sabor daquela pele, quente, fervilhando por mais toques e sentidos.
Aos poucos, comcei a despi-lo. Devagar. Devagar [...]
Tirei sua blusa e comecei a conhecer cada pedacinho daquele corpo, daquele jantar, que eu precisava saciar. Comecei a sentir o sabor de cada parte do seu ser [...]
Desci pelo seu tronco. Pelos seus mamilos. Pelo seu umbigo. Minha língua estava sedenta pelo seu líquido. Meu corpo sedento pelo seu sangue.
Abri o seu zímper. Devagar... Enquanto massageava o seu membro devagar.
Abri o seu zímper. Devagar... Enquanto massageava o seu membro devagar.
Estava quente, rígido. Como uma fera, louca pra ser libertada...
Comcei a masturbá-lo e saboreá-lo de tal forma que aquilo me excitava. A séculos eu não sentia algo tão... tão... arrebatador.
Sua face o entregava.
Sua face o entregava.
Ele ainda urrava forte, alto, gritando de prazer [...]
E quando ele estava prestes ao nirvana, meus caninos cresceram, e meu desejo aumentou por completo. Cravei minhas presas na sua ante-coxa [...] e sentir o seu sangue jogar dentro da minha boca [...] enquanto ao mesmo tempo, ele chorrava o seu líguido pelo meu pescoço...
E quando ele estava prestes ao nirvana, meus caninos cresceram, e meu desejo aumentou por completo. Cravei minhas presas na sua ante-coxa [...] e sentir o seu sangue jogar dentro da minha boca [...] enquanto ao mesmo tempo, ele chorrava o seu líguido pelo meu pescoço...
gemia [...]
de dor [...]
de prazer [...]
de felicidade [...]
de tristeza [...]
e eu [...]
saciava minha fome, como uma cadela louca.
Enfim, estava tudo consumado."

um clichê;

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O dia raiou pequenos leitores do meu blog! =)
E eu vou deixar um pequeno texto pra vocês se deliciarem ...
"A chuva era intensa.
As unhas daquela criatura já haviam rasgado parte do seu vestido e já era capaz ver um dos seus seios e parte de sua barriga.
Um liquido vermelho rasgava a cor de sua pele branca e pálida. Seus
olhos arregalados como os de uma presa que acabara de ser golpeada, estavam fixos ao nada; ao horizonte sem fim.
olhos arregalados como os de uma presa que acabara de ser golpeada, estavam fixos ao nada; ao horizonte sem fim.Ela sabia que aquilo não iria demorar tanto, estava prestes ao final [...]
Ela tremia quando os pingos gelados d'água caiam pela suas costas e contornava o seu tronco parando no bico do seu seio e espatifando-se no chão;
Um calafrio na espinha subia a cada pingo d'água que escorria.
Já não sabia se olhava para frente, ou para trás.
A criatura não estava longe. Estava perto.
E podia sentir o cheiro do seu medo, seu desespero, de suas lágrimas, do seu sangue.
Sophie de tanto correr não sentia mais suas pernas, de tanto chorar já não lhe tinha mais lágrimas.
Deitou-se na pluma de grama vasta e olhou fixamente para lua. Ela só estava esperando.
E então ele chegou. Chegou de leve. Cheirando aquela pele ainda viva, mas entregue a sua saliva. Cada centímetro de pele cheirada, ele se debruçava sobre o corpo puro de Sophie. Ele podia sentir a respiração de quase nada. Ele podia sentir o coração bater forte, relutando-se dentro daquele peito, por sobrevivência. E tudo aquilo o excitava.
Passou a língua sobre sua cocha, e sobre sua virilha.
Ela se contorcia [...]
Subiu pela sua barriga e chegou aos seus seios.
Ela delirava [...]
Maleava sua língua com rapidez e maldade sobre o bico dos seios dela.
Ela gemia baixinho [...]
Encostou seu corpo por inteiro no corpo dela, enquanto dizia baixinho no seu ouvido segredos de liquidificador.
E ela o desejava [...]
Abaixou sua calça de leve, deixando sobressair o seu mebro rigido.
E ela estremeceu [...]
Começou a comê-la ali mesmo, como um animal, com todos os seus instintos.
E ela gritava. (de prazer) [...]
Contorcia, delirava, gemia, desejava, estremecia, gritava ... e no auge do prazer, a criatura prega suas presas no seio da vitima com voracidade arrancando-lhe o bico e sugando todo o seu sangue...
Aos poucos, ela desfalecia em seus braços deixando na face uma expressão de prazer e dor. [...]"
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
'Casa da Mãe Joana.'

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No domingo a tarde, mesmo com recaídas da gripe, e ainda corizando feito um 'menino buchudo', Kézia (Keu), meu ligou pra fazermos um programinha diferente, pra variar: CINEMA.
Foi até legal e econômico, claro. Pagamos quatro reais e assistimos a um filme, MAAARA!!! (como diz Effgen ;p)!
Trata-se da Casa da Mãe Joana, um filme Nacional, MARAVILHOSO, picante e muuito engraçado pra família toda*. hoho.
Enfim, peguei uma snopsezinha, pra vocês terem mais ou menos ideia do que eu to falando. :)
Assistam! E eu espero que vocês se divirtam tanto quando eu! ;*
Sinopse:
''Quatro amigos que só pensam em curtir a vida, com grandes farras, lindas mulheres e bebidas. Mas um belo dia, eles são surpreendidos com uma notícia nada agradável, uma ação de despejo. Sem nenhuma solução imediata a turma é obrigada a pensar naquilo que mais abominam: trabalhar! A confusão está formada quando cada um busca um meio fácil de conseguir dinheiro, com o mínimo de esforço. Os dias se passam as confusões hilárias aumentam e o dinheiro não aparece...será que a situação vai piorar?''
Ficha Técnica
Título Original: Casa da Mãe Joana
Gênero: Comédia
Tempo de Duração:
Ano de Lançamento (Brasil): 2008
Distribuição:
Direção: Hugo Carvana
Argumentos: Hugo Carvana
Roteiro: Paulo Halm
Produção: Martha Alencar
Produtores Associados: Daniel Filho, José Maria de Oliveira e Patrick Siaretta
Produção Executiva: Heloisa Rezende
Co-produção: MAC Produções, Globo Filmes, Lereby, Quanta e Tele
ImageMúsica: Guto Graça Mello
Fotografia: Lauro Escorel
Desenho de Produção:
Direção de Arte: Marcos Flaksman
Figurino: Kika Lopes
Edição: Diana Vasconcellos
Efeitos Especiais: Marcelo Siqueira
Elenco
Pedro Cardoso (Vavá)
José Wilker (Juca)
Paulo Betti (PR)
Claudio Marzo (Leopoldo)
Miele (Camões)
Agildo Ribeiro (Comendador)
Laura Cardoso (Herly)
Juliana Paes (Dolores Sol)
Fernanda Freitas (Tainacã)
Malu Mader (Laura)
Arlete Salles (Cliente)
Beth Goulart (Cliente)
Claudia Borioni (Madame)
Maria Gladys (Bêbado)
Lu Grimaldi (Cliente)
Roberto Maya (Oficial de Justiça)
Hugo Carvana (Salomão)
Voltei da UFBA! ( ufba!, ops, uffa! )

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Desculpa caros leitores desse humilde blog.
Tive que me ausentar nesses últimos dois dias, para me preparar psicologicamente para o vestibular.
Enfim, Graças! Acabou! rs
Antes de mais nada eu tenho que contestar algumas coisas:
. Por que eles mandam marcar no gabarito sem que saia fora da margem da bolinha, pra não rasurar?! Sabe, é quase impossível! Você já vai nervoso fazer uma prova fdp, e ainda tem que se preocupar em pintar as bolinhas sem que saiam da margem?! Um absurrrdo!
. Ah, e outra, deveriam proibir o uso de ventilador em salas das provas de vestibular. E quem ta doente? Se fode? ... aff, fracamente!
Enfim, meu caros, desabafei [...]
Hoje, eu recomeço minhas publicações. :)
Um xêro pra todos(as). ♥
Desculpa caros leitores desse humilde blog.
Tive que me ausentar nesses últimos dois dias, para me preparar psicologicamente para o vestibular.
Enfim, Graças! Acabou! rs
Antes de mais nada eu tenho que contestar algumas coisas:
. Por que eles mandam marcar no gabarito sem que saia fora da margem da bolinha, pra não rasurar?! Sabe, é quase impossível! Você já vai nervoso fazer uma prova fdp, e ainda tem que se preocupar em pintar as bolinhas sem que saiam da margem?! Um absurrrdo!
. Ah, e outra, deveriam proibir o uso de ventilador em salas das provas de vestibular. E quem ta doente? Se fode? ... aff, fracamente!
Enfim, meu caros, desabafei [...]
Hoje, eu recomeço minhas publicações. :)
Um xêro pra todos(as). ♥
sábado, 15 de novembro de 2008
'mais uma vez, solto aquela nicotina no ar. penso em te amar, te sentir. me da raiva quando faço tua imagem. nítida, perfeita, mas sem coragem. o que me afugenta do meu ser. é o medo de um dia poder te ter. quem sabe nessas ironias das entrelinhas do destino. ele faça a mais bela história, onde o começo não termina no fim, e o fim termina no começo;'
/deserrie/
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
MONA Lisa

Pra quebrar clima. Achei essa imagem aqui no PC em uma pasta antiquíssima! Dei muita risada quando vi e enfim, ta bem capa da CARAS.
Mona Lisa, que de fato é linda! (na época dela, claro), mas hoje, sinceramente precisou da uma mudada pra entrar em conexão com o século XXI!
Mas na realidade, a imagem acima é uma sátira às futilidades das mulheres e homens americanos e do mundo, claro.
Hoje em dia, o que se precisa ter é grandes peitos, ser loira(o) (eu sou. hoho, natural), uma bunda bem arredondada, musculos e claro, exagerar em plásticas e em modelagens pra ficar com um look na moda e muuuito bem adequado a idade contemporânea.
Sem falar, é claro, que pra ser feliz você tem que ser totalmente:
no brain
yes muscle.
/ironia/
ta vendo aquilo? falso.
e aquilo? falso.
tudo falso?
Aham, tudo falso. [...]
Mona Lisa, que de fato é linda! (na época dela, claro), mas hoje, sinceramente precisou da uma mudada pra entrar em conexão com o século XXI!
Mas na realidade, a imagem acima é uma sátira às futilidades das mulheres e homens americanos e do mundo, claro.
Hoje em dia, o que se precisa ter é grandes peitos, ser loira(o) (eu sou. hoho, natural), uma bunda bem arredondada, musculos e claro, exagerar em plásticas e em modelagens pra ficar com um look na moda e muuuito bem adequado a idade contemporânea.
Sem falar, é claro, que pra ser feliz você tem que ser totalmente:
no brain
yes muscle.
/ironia/
ta vendo aquilo? falso.
e aquilo? falso.
tudo falso?
Aham, tudo falso. [...]
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
a balancete;

Eram duas da madrugada. Os meus olhos estavam atentos ao canto da porta. A luz estava apagada; a lua iluminava de leve os cómodos deixando um breu sob eles.
Meu olhar estava fixo; pensativo.
Eu ainda podia lembrar da noite repassada.
Copos, cigarros, diversão. Mãos, lábios, beijos.
Aquele banheiro sujo. A fuga, a surpresa de um outro beijo com plateia; com a cara de desgosto.
[...]
Tu não tinhas me dito quem tu eras;
Tu chegastes pela segunda vez me tratando com tua posse.
Quem de mim não sabe que sou teu?!
Coisa pouca que sei de ti, são teus talentos, tuas vitórias, tua sede.
Já não bastastes me beber por uma noite; e confundir a minha cuca.
Me bebeu por mais uma; e embriagou-se por si só.
Só por que o teu olhar diz que me despe e tua boca ocupada na minha boca não me diz nada;
Só por que tu sabes que ninguém mais me surpreende tanto quanto tu.
Só por que tua face junto a minha face, tão calada face!, que me mata e desfalece a minha pele e acorda todas as minhas vontades!
Não me olhe novamente assim criança [...] Não troque meu papel de vilão para mocinho nem de mocinho para vilão. Não tormentas minha cabeça, eu não quero que tu esqueça que não será assim tão fácil novamente [...]
Eu sei que tu sabes que quando tu me gritar, eu nem sempre estarei lá. Tu já me teve por inteiro por dois dias, e nos próximos trinta dias tu vais me ter pela metade; que é pra tu aprender a sentir saudade; pra me provar que nem só de pão vive o hom
em, mas de todo o amor e paixão que esbalda do seu ser.
Eu só queria que você soubesse que duas coisas me faz viver: tua cobiça e teu flerte.
E nesse teu jogo, eu roubei e já ganhei.
[...]
Os olhos pesados, fecharam-se. A boca fechada, abriu-se. E o sono, me consumiu.
Meu olhar estava fixo; pensativo.
Eu ainda podia lembrar da noite repassada.
Copos, cigarros, diversão. Mãos, lábios, beijos.
Aquele banheiro sujo. A fuga, a surpresa de um outro beijo com plateia; com a cara de desgosto.
[...]
Tu não tinhas me dito quem tu eras;
Tu chegastes pela segunda vez me tratando com tua posse.
Quem de mim não sabe que sou teu?!
Coisa pouca que sei de ti, são teus talentos, tuas vitórias, tua sede.
Já não bastastes me beber por uma noite; e confundir a minha cuca.
Me bebeu por mais uma; e embriagou-se por si só.
Só por que o teu olhar diz que me despe e tua boca ocupada na minha boca não me diz nada;
Só por que tu sabes que ninguém mais me surpreende tanto quanto tu.
Só por que tua face junto a minha face, tão calada face!, que me mata e desfalece a minha pele e acorda todas as minhas vontades!
Não me olhe novamente assim criança [...] Não troque meu papel de vilão para mocinho nem de mocinho para vilão. Não tormentas minha cabeça, eu não quero que tu esqueça que não será assim tão fácil novamente [...]
Eu sei que tu sabes que quando tu me gritar, eu nem sempre estarei lá. Tu já me teve por inteiro por dois dias, e nos próximos trinta dias tu vais me ter pela metade; que é pra tu aprender a sentir saudade; pra me provar que nem só de pão vive o hom
em, mas de todo o amor e paixão que esbalda do seu ser.Eu só queria que você soubesse que duas coisas me faz viver: tua cobiça e teu flerte.
E nesse teu jogo, eu roubei e já ganhei.
[...]
Os olhos pesados, fecharam-se. A boca fechada, abriu-se. E o sono, me consumiu.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
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E quando eu confundo teu olhar no olhar daquele outro olhar.
Eu não sei quem você é, mas sei que eu posso te tocar.
Te toco com a pele, com a língua, com os dentes, com meu sémen.
Te toco com minhas coxas, minhas pernas, meus braços e meus abraços.
Por que te faço suar, sem nem ao menos te tocar. Por que sussurro teus desejos e teus segredos.
Por que eu sei que estou tão dentro de ti que não percebes mais quem és tu ou quem sou eu.
Somos totalmente semelhantes, iguais, à imagem de Cristo. Mas somos distintos e diferentes, à imagem do pecado.
Não sei como você pode. Como você pôde. Teus sorrisos, teus olhares, tua boca.
Talvez você realmente consiga estremecer a minha'lma. Mas não a minha pele.
Arremesso o meu corpo junto ao teu; me envolvo em tuas fantasias; me descubro aos poucos. Me liberto da prisão.
Ouço teus dizeres e teus prazeres; até quando?
Enquanto tu liberta tuas confusões em outros braços.
Em outras bocas, escrevo a minha sina. [...]
E quando eu confundo teu olhar no olhar daquele outro olhar.
Eu não sei quem você é, mas sei que eu posso te tocar.
Te toco com a pele, com a língua, com os dentes, com meu sémen.
Te toco com minhas coxas, minhas pernas, meus braços e meus abraços.
Por que te faço suar, sem nem ao menos te tocar. Por que sussurro teus desejos e teus segredos.
Por que eu sei que estou tão dentro de ti que não percebes mais quem és tu ou quem sou eu.
Somos totalmente semelhantes, iguais, à imagem de Cristo. Mas somos distintos e diferentes, à imagem do pecado.
Não sei como você pode. Como você pôde. Teus sorrisos, teus olhares, tua boca.
Talvez você realmente consiga estremecer a minha'lma. Mas não a minha pele.
Arremesso o meu corpo junto ao teu; me envolvo em tuas fantasias; me descubro aos poucos. Me liberto da prisão.
Ouço teus dizeres e teus prazeres; até quando?
Enquanto tu liberta tuas confusões em outros braços.
Em outras bocas, escrevo a minha sina. [...]
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